Belém, 14 de Maio
14 de maio de 2018
13 de maio de 2018
4 de maio de 2018
25 de abril de 2018
14 de abril de 2018
13 de abril de 2018
Furo = Fim
Impedir que o maior dos erros da história de um jardim na beira mar plantado se torne num tremendo cataclismo na nossa costa. A terra sempre tremeu. Treme e tremerá e um acidente é inevitável. Os exemplos aconteceram por todo o mundo e são negros, muito negros. Impacto ambiental é um tapa olhos porque em caso de acidente deixa de haver o "nosso" ambiente. O ambiente que tem trazido tudo e todos de todos os lados para um mergulho nas nossas praias desde que há praias.
Não interessam nesta questão cores ou partidos. Estão a comprometer FUTURO e é absolutamente patético infantil e inconsciente que furar seja ainda uma opção. Dá medo!
O nosso presidente gosta de nadar na praia, um bom e saudável exemplo que pode deixar de acontecer.
Senhores políticos, aproveitem a onda como acharem melhor. Mas por favor, não o permitam. Porque é o início de um fim que, como sabem, não fomos nós que enunciamos.
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12 de abril de 2018
11 de abril de 2018
11 de março de 2018
8 de março de 2018
5 de março de 2018
Processo
De um retábulo antigo, de um lugar sagrado em que o mundano
se observa e se reflecte, de um alpendre esquecido pelo tempo retalhado no
espaço e separado em peças e maquinações coloquiais, do centro de todas as
partes de uma árvore-consciência, da energia que a eleva, das raízes que a
seguram, da luz que envolve todas as suas folhas, penas-pavão, densidades
mágicas, texturas e padrões, manifestações etéreas de uma ilusão concertada na
realidade, na ausência de um ponto único, de uma primazia, na ausência de uma
perspectiva única, de uma âncora inamovível, na ausência de um sentido prático
ou visualização abstracta, mas presente em múltiplas construções contrastantes,
de um ponto multi-dimensional, intensidade na partição do pensamento em caixas,
em blocos, em escadas que remetem para o vazio e para a plenitude, para a luz
ou para a noite absoluta, ou para coisas prosaicas, para o quotidiano que se
esfuma a cada dia que passa, de um lugar qualquer, de um templo radicular,
contemplação adiada nas coisas para fazer, contenção nos voos oníricos que
sobrevoam as calçadas e as ruas, um desafio de infinitas fórmulas que se
subtrai como se não fosse importante, esquecido nos remoínhos solventes da
memória que se guarda das coisas, mas subliminalmente presente, um relógio que
não pára, deixando impressões em tudo o que se expande, em tudo o que se
contrai, em tudo o que está, em tudo o que vai estar, uma vibração que penetra
no âmago de tudo o que é solvente e o recicla, em múltiplas dimensões e em
nuvens que cruzam o céu, realidades retalhadas e espaços sagrados, árvores ao
vento e retábulos antigos, presenças e visões, ausências e premonições, o tempo
passa plos dias e deixa marcas na realidade que o próprio tempo se encarrega de
enredar, criando as múltiplas realidades que o dispersam, que o propagam, que o
dissolvem, que se expandem e que implodem, que revelam a essência, que revelam
o essencial, o primordial, o inacabado, o sentido cósmico, de uma janela sobre
a cidade observo a cidade, ausente dos meus próprios processos, e deixo-me
mistificar, de uma clareira no bosque observo o bosque, e deixo-me enredar,
prender-me nas múltiplas dimensões de um espaço retalhado que me observa, como
eu o observo, o universo à minha volta.
Rui Lorga
22 de fevereiro de 2018
19 de fevereiro de 2018
3 de fevereiro de 2018
Tiresias
Tiresias / RA 100 Arroios
Tiresias foi um profeta da mitologia grega. Considerado como um notável adivinho da mitologia grega. Conhecia o passado, presente e o futuro, além de interpretar o vôo e a linguagem dos pássaros.
Conta-se, que certa vez, indo ele orar sobre um monte Citeron, montanha da região central da Ática, consagrada antigamente ao deus Dionísio e às musas, que encontrou um casal de cobras venenosas copulando e ambas se voltaram contra ele. Tiresias matou a fêmea e imediatamente se transformou em mulher. Sete anos depois, indo orar novamente sobre o mesmo monte, encontrou outro casal de cobras venenosas copulando. Matou o macho e de novo voltou a ser homem. Este feito concedeu -lhe conhecimento sobre a vivencia e as particularidades dos dois sexos e por isso, chamado a opinar sobre quem estava com a razão numa discussão que envolvia Zeus e Hera. De um lado Hera afirmava que o homem tinha mais prazer na relação sexual; Zeus dizia que era a mulher. Tiresias, viu-se, assim, diante da difícil tarefa de decidir a questão, porque sabia que qualquer que fosse sua decisão, um dos deuses ficaria irado com ele. De qualquer forma deu o seu veredicto. “se dividirmos o prazer em dez partes, a mulher fica com nove e o homem com uma”. Hera considerou que com aquelas palavras, Tirésias teria sugerido a superioridade do homem, e o cegou implacavelmente. Zeus, compadecido da situação de Tiresias, concedeu-lhe o dom da adivinhação, de conhecer o futuro, além do privilégio de sobreviver a sete gerações humanas e compreender a linguagem dos pássaros.
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Roberta RAG,
Tiresias
31 de janeiro de 2018
18 de janeiro de 2018
10 de janeiro de 2018
9 de janeiro de 2018
1 de janeiro de 2018
24 de dezembro de 2017
Natalícia
"A obra do outro pintor estava ali, perante si, admirável, pura sem mancha, como uma noiva. Modesta, divina, inocente e simples, pairava acima de tudo. Dir-se-ia que as figuras celestiais, surpreendidas por tantos olhares baixavam timidamente as pálperas. Os entendidos, sem domínio do espanto, contemplavam esta obra de um talento desigual. Julgava-se ver na tela, a um tempo, o traço de Rafael, reflectido nas atitudes de uma inexcedível nobreza e o de Corrège insuflado na perfeição total da pintura. A sua força emanava sobretudo de uma energia criadora, que era afinal a própria alma do pintor. O mais pequeno dos objectos estava reproduzido até à saturação, reveladas e entendidas tanto as leis como a força íntima das coisas. Via-se em toda a extensão esse relevo da natureza tão fugaz que se torna perceptível apenas a um artista criador, pois aquele que a copia não consegue senão produzir ângulos. Notava-se claramente que todos os aspectos de vida exterior, transpostos para a tela, residiam, todavia na alma do pintor, e da sua fonte interior é que nascia o cântico harmonioso e solene. E o abismo que existe entre a criação e a imitação da natureza aparecia aqui com uma evidência tão vigorosa que nem a olhos profanos escapava. Era inexprimível o silêncio que, como nunca se viu, dominava e perturbava todos os presentes, com os olhos presos no quadro: nem um murmúrio, nem um suspiro."
19 de dezembro de 2017
12 de dezembro de 2017
Maria Rapaz
Maria Rapaz com Tótós
Maria Rapaz com Ramo de Floresilvestres
Maria Rapaz com Trave de Madeira
Maria Rapaz com Fogo
Maria Rapaz com o Vestido de Corações
Maria Rapaz Só
Lisboa
12|12|2017
Série de 6 desenhos para 12x12
Lapiseira sobre sobre Fabriano Unica 250g
11 de dezembro de 2017
8 de dezembro de 2017
7 de dezembro de 2017
Rute Coelho
Sublimes de tão livres, são assim os estilhaços da Rute e bendita seja a sua continuada explosão.
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