19 de fevereiro de 2018

13 de fevereiro de 2018

3 de fevereiro de 2018

Tiresias


 Tiresias / RA 100 Arroios


 Tiresias foi um profeta da mitologia grega. Considerado como um notável adivinho da mitologia grega. Conhecia o passado, presente e o futuro, além de interpretar o vôo e a linguagem dos pássaros.

Conta-se, que certa vez, indo ele orar sobre um monte Citeron, montanha da região central da Ática, consagrada antigamente ao deus Dionísio e às musas, que encontrou um casal de cobras venenosas copulando e ambas se voltaram contra ele. Tiresias matou a fêmea e imediatamente se transformou em mulher. Sete anos depois, indo orar novamente sobre o mesmo monte, encontrou outro casal de cobras venenosas copulando. Matou o macho e de novo voltou a ser homem. Este feito concedeu -lhe conhecimento sobre a vivencia e as particularidades dos dois sexos e por isso, chamado a opinar sobre quem estava com a razão numa discussão que envolvia Zeus e Hera. De um lado Hera afirmava que o homem tinha mais prazer na relação sexual; Zeus dizia que era a mulher. Tiresias, viu-se, assim, diante da difícil tarefa de decidir a questão, porque sabia que qualquer que fosse sua decisão, um dos deuses ficaria irado com ele. De qualquer forma deu o seu veredicto. “se dividirmos o prazer em dez partes, a mulher fica com nove e o homem com uma”. Hera considerou que com aquelas palavras, Tirésias teria sugerido a superioridade do homem, e o cegou implacavelmente. Zeus, compadecido da situação de Tiresias, concedeu-lhe o dom da adivinhação, de conhecer o futuro, além do privilégio de sobreviver a sete gerações humanas e compreender a linguagem dos pássaros.


31 de janeiro de 2018

18 de janeiro de 2018

9 de janeiro de 2018

Anna








Anna
2017
Diametro 73cm
Acrílica sobre linho colado em madeira

2 de janeiro de 2018

1 de janeiro de 2018

31 de dezembro de 2017

24 de dezembro de 2017

Natalícia




"A obra do outro pintor estava ali, perante si, admirável, pura sem mancha, como uma noiva. Modesta, divina, inocente e simples, pairava acima de tudo. Dir-se-ia que as figuras celestiais, surpreendidas por tantos olhares baixavam timidamente as pálperas. Os entendidos, sem domínio do espanto, contemplavam esta obra de um talento desigual. Julgava-se ver na tela, a um tempo, o traço de Rafael, reflectido nas atitudes de uma inexcedível nobreza e o de Corrège insuflado na perfeição total da pintura. A sua força emanava sobretudo de uma energia criadora, que era afinal a própria alma do pintor. O mais pequeno dos objectos estava reproduzido até à saturação, reveladas e entendidas tanto as leis como a força íntima das coisas. Via-se em toda a extensão esse relevo da natureza tão fugaz que se torna perceptível apenas a um artista criador, pois aquele que a copia não consegue senão produzir ângulos. Notava-se claramente que todos os aspectos de vida exterior, transpostos para a tela, residiam, todavia na alma do pintor, e da sua fonte interior é que nascia o cântico harmonioso e solene. E o abismo que existe entre a criação e a imitação da natureza aparecia aqui com uma evidência tão vigorosa que nem a olhos profanos escapava. Era inexprimível o silêncio que, como nunca se viu, dominava e perturbava todos os presentes, com os olhos presos no quadro: nem um murmúrio, nem um suspiro."

19 de dezembro de 2017

12 de dezembro de 2017

Maria Rapaz



 Maria Rapaz com Tótós

 Maria Rapaz com Ramo de Floresilvestres

 Maria Rapaz com Trave de Madeira

 Maria Rapaz com Fogo

  Maria Rapaz com o Vestido de Corações

 Maria Rapaz Só





  Lisboa
12|12|2017
Série de 6 desenhos para 12x12
Lapiseira sobre sobre Fabriano Unica 250g

11 de dezembro de 2017

Rose





Eine Rose ist eine Rose
2017
40x49
Tempo de exposição sobre contraplacado laminado

7 de dezembro de 2017

Rute Coelho




Uma familia de ruazes cerca o choco no estuário com a profunda superficialidade de uma súbtil estrutura. Enigmática compreensão revela um cósmico desígnio num horizonte tão tangível quanto o mar. São palavras rasgadas de silencioso sentido e os evitáveis reecontros da evasão de um bando de pássaros verdes que alheio a tudo sobre as ondas voou na direcção de um destino que amanhece em cada chegada.
Sublimes de tão livres, são assim os estilhaços da Rute e bendita seja a sua continuada explosão.


***
 

 Estudos para a Ilha | A Ilha | vista geral

 Inside Out

 Alma Puta


 A Caminho



 Memórias de Inverno (detalhe)

 Ephemera

24 de novembro de 2017

Fronteira ou Projecto




24 de Novembro. 2015
O.F.F.365
Spray, recorte e colagem de fotografia sobre papel

22 de novembro de 2017

A Morte da Culpa


Rua Maria. Anjos. Lisboa
22:44

4 de novembro de 2017

Vulto

 O que é um Vulto?
O Vulto é um retrato sem identidade. Um anti-retrato.
Esconde-se. Faz-se ver pela sua ocultação propositada. Uma
ausência presente. Ausência presente em todos nós. Ao perder a sua
singularidade identitária, o retrato amplia-se para a generalidade
humana. Um retrato da humanidade. Uma responsabilidade para
com o outro.

Maria Cabral 
 





Pequeno detalhe da exposição Vultos, o anti-retrato de Maria Cabral
Quadro: Vulto, um prisioneiro na prisão
RA 100 Arroios


30 de outubro de 2017

Condessa



Sofia Leitão
  Beauté du Siècle #8 
Acrílica sobre tela (spray). 2007

Do Outro Lado do Espelho. 
Gulbenkian Sede, Galeria de exposições temporárias


18 de outubro de 2017

Jane and Laura


: )  ( :













 









"Dear Rui, how are you? We hope you are well! we were at Teufelserg finally! The art gallery in berlin we told you about! And we put your pictures there at places we thought they fit to the picture. And we think we found reeeally nice ones. We took pictures for you of them. Enjoy! and by the way...thank you for the nice time, we will not forget about you and wait here in berlin for you!
Kisses and hugs from Jane and Laura"

17 de outubro de 2017

13 de outubro de 2017

28 de setembro de 2017

22 de setembro de 2017

1 de setembro de 2017

30 de agosto de 2017