22 de junho de 2019

12 de junho de 2019

2 de junho de 2019

entre passos




Rua de Dona Estefânia

24 de abril de 2019

The richest man in Babylon


elhurgador.blogspot.com

16 de abril de 2019

11 de abril de 2019

18 de março de 2019

19 de fevereiro de 2019

MM 10

visita brevis

18 de fevereiro de 2019

10 de fevereiro de 2019

31 de janeiro de 2019

Guarani





Manifesto 31 de Janeiro
Solidariedade Internacional com os Povos Indígenas no Brasil
Enquanto 2019 é declarado o Ano Internacional das Línguas Indígenas pela UNESCO, a aldeia indígena
Pataxó é atingida pela lama tóxica, resultado do desastroso colapso de uma barragem da empresa Vale, em
Brumadinho e inúmeras invasões de terras e casos de violência contra indígenas são registados por todo o Brasil. Acentua-se, assim, o clima de degradação ambiental, de violação de direitos humanos e destruição do que resta de uma de uma sociobiodiversidade ímpar.
Dia 31 de Janeiro de 2019, lançamos um Manifesto em solidariedade com a mobilização nacional e internacional da APIB/Articulação dos Povos Indígenas, e com a sua campanha #JaneiroVermelho contra a Medida Provisória 870, assinada pelo actual presidente Jair Bolsonaro. Esta medida leva ao esvaziamento da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) e à sua desvinculação do Ministério da Justiça, pondo em causa as suas atribuições de demarcação e de licenciamento ambiental de terras indígenas, colocando em risco as cerca de 300 etnias e as suas 180 línguas.
Com este manifesto, queremos salientar as problemáticas em questão e reforçar os pedidos feitos pelas lideranças indígenas brasileiras.
1- A União Europeia deve impor sanções comerciais a mercadorias oriundas do Brasil. Os direitos de auto-determinação dos povos e comunidades tradicionais estão a ser severamente ameaçados. São especialmente ameaçadores os produtos provenientes das actvidades de mineração, da extração de petróleo, a pecuária extensiva, a indústria madeireira e do agronegócio. A carne, a cana de açúcar, a
madeira, a soja e o milho, produzidos a partir da desflorestação de grandes extensões de terra exploradas em regime de monocultivo industrializado, que contaminam e usurpam territórios tradicionais, cujos habitantes estão protegidos não só pela Constituição Brasileira, como, também, por tratados
internacionais, nomeadamente a Convenção 169 da OIT.
2- O Brasil é o país com o maior número de mortes de activistas ambientais do mundo, somando 57 assassinatos em 2017 (dados da ONG Global Witness). Defensores e defensoras da floresta foram exterminados pelo seu empenho na defesa dos direitos ambientais, como a Irmã Dorothy Stang (2005), Chico Mendes (1988) e muitos outros, incluindo inúmeras lideranças indígenas de carácter e acção inspiradora, desconhecidas do grande público.
3-As comunidades indígenas e tradicionais são uma peça chave para travar as alterações climáticas, pois
através dos seus modos de vida evitam a desflorestação, mantendo os ecossistemas em que habitam
saudáveis e biodiversos, permitindo a manutenção da temperatura, do ciclo da água e da vida no Planeta Terra, tal como a conhecemos.
4- Portugal e os demais países da União Europeia são signatários do Acordo de Paris, com o compromisso de travar o aquecimento global, objectivo que será inatingível se o ritmo de devastação das florestas e ecossistemas brasileiros se perpetuar. Ser conivente com esta destruição é não só desrespeitar o acordo assinado como ser cúmplice do crime de ecocídio, o 6o crime contra a humanidade, reconhecido desde 2016 em Direito Penal Internacional.
5- Apelamos a que a União Europeia, juntamente com outros países signatários do Acordo de Paris formem um observatório de direitos humanos relativo à situação dos povos indígenas no Brasil que estão neste preciso momento a ser vítimas de brutais de violação de direitos humanos, com a dimensão de etnocídio.
6- Posicionamo-nos solidariamente com a APIB contra as medidas do novo governo brasileiro, e reforçamos o nosso apoio às reivindicações da APIB, que são as seguintes:
a. Proteção dos direitos indígenas previstos na Constituição Brasileira.
b. Demarcação das Terras Indígenas;
c. Garantia dos direitos humanos e combate à violência contra indígenas;
d. Reconhecimento dos povos originários e de sua cultura ancestral;
e. Contra a transferência da FUNAI para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos;
f. Contra a transferência da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura.
As implicações sobre o que se passa no território terrestre a que se chama Brasil são grandes demais para poderem ser ignoradas dado os níveis de interdependência que lhe são referentes, e aqui sucintamente mencionados. As implicações são éticas, ecológicas, económicas, e colocam em risco a sobrevivência de toda a comunidade planetária.
Lisboa, Portugal.
Signatários:
Reflorestar Portugal
Coletivo Andorinha
Pela democracia no BrasilGAIA
Guarani Kaiowa Support Network
SOS Racismo
Umar - União de Mulheres Alternativa e Resposta
Casa do Brasil
Cooperativa Mandacaru
Núcleo de Estudos Africanos e Lusófonos da Universidade Nova de Lisboa/FCSH
C.E.M - Centro em Movimento
Associação Espaço Kompasso
Associação Amakura

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Artwork: Kobra
Marvila, 2019

24 de janeiro de 2019

Da Grade ao Verniz



 
Tudo que saber desde a "Grade ao Verniz"
Esta formação decorre eu dois dias e tem como objectivo dar a conhecer as boas práticas sobre a construção de uma pintura, desde os processos aos materiais utilizados. Tendo como base as técnicas e receitas antigas e a sua evolução até aos materiais usados nos dias de hoje.
Os principais temas abordados serão:
- A grade (e outros suportes)
- A tela
- A "encolagem"
- As preparações
- As tintas
- Os médiums
- Os vernizes
A acção será prática e direccionada para a pintura a óleo.


9 e 10 de Março
Dia 9 - Workshop das 10h às 18h
Avenida Praia da Vitória, Lisboa
Dia 10 - Plein Air
Em local a definir


Preço:40€


Inscrições:
https://goo.gl/forms/rIP1qPhZJ9acofTs1


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Formador
Leonel Costa
facebook.com/leonel.costa.505
dartecor.com

* este workshop não aconteceu na data anunciada. Mas vai acontecer, pelo que os interessados em receber informação sobre a próxima a agendar e-mail para fixacaoproibida@gmai.com. Obrigado

23 de janeiro de 2019

22 de janeiro de 2019

Leonor



"Conheço bem os meandros dessa luta, porque a partilhei em teu nome. Então, e só então, começaste a acreditar na existência do espírito, enquanto se consolidava conhecimento do teu corpo. Descobri que o teu espírito é uma função da tua energia vital sempre que te sentes bem e nos afetos segura, e que a retrais para dentro do teu próprio corpo com o medo, e como medo não tens, nunca tiveste e por isso o buscas, esse corpo é uma tangível manifestação do espírito que sem medos escolheu dar-te a carne.
Contigo reforcei que a sugestão cura mais que a secreção de qualquer glândula e de que o mergulho nos segredos é aditivo.
Só tu é sabes que eu sei que tu sabes".

18 de janeiro de 2019

Sin titulo

galeriawuatanaz.blogspot.com