1 de abril de 2023

April Fool

 









































 






 

 

 

29 de março de 2023

288202




28 de março de 2023

Última Ceia

 

Black Rhino, Ciceros bicornis, Critically Endangered | Orangutan, Pongo abelii pygmaeus, Critically Endangered | Tiger, Panthera tigris, Endangered | Ivory-Billed Woodpecker, Campephilus principalis, Possibly Extinct | Polar Bear, Ursus maritimus, Endangered | Mediterranean monk seal, Monachus monachus, Critically Endangered | Saola, Pseudoryxnghetinhensis, Critically Endangered | African Wild Dog, Lycaon pictus, Endangered |Amur Leopard, Panthera pardus orientalis, Critically Endangered | Snowy Owl, Bubo scandiacus, Vulnerable | Ring-Tailed Lemur, Lemur catta Endangered | Red Panda, Ailurus fulgens, Endangered | Mother Nature, Critically endangered

Nature's Last Supper. 2023

Patricia Mariano


“Reerguei sem mais tardar, a barra do vosso destino no planeta Terra; vós torturais a Vida nele e amputai-vos do que pode haver de mais belo em vós: a simplicidade do coração. Nós vos propomos que colaboreis connosco. É uma taça que vos estendemos, uma taça outrora oferecida e desdenhada, preferindo a junção forçada dos nossos dorsos com as vossas selas. Essa taça é a do perdão. Nós perdoamo-vos os milénios de sujeições, de pancada e de massacres. Nós perdoamo-vos a morte lenta em campos de chapa ondulada e nas mesas geladas de laboratórios. Nós perdoamos tudo isso e mais ainda porque vós não sabíeis mais… porque havíeis esquecido… Mas hoje, porque os tempos não vos permitem mais ter os olhos fechados, nós receamos que não vos perdoeis a vos próprios. O nosso pacto não assenta no esquecimento, mas na reconciliação. A “lei da selva” é a tirania da bestialidade e essa, fostes vós, que a inventaste inteiramente. Brevemente, uma parte do nosso povo terá desaparecido e com ela será um pouco da vitalidade do planeta, do seu equilíbrio, e, portanto, do vosso, que desaparecerá. A colaboração que vos oferecemos só pode manifestar-se por um portal: o do amor. Nós aceitamos continuarmos a acompanhar-vos, a servir-vos, se o desejardes, mas só o amor poderá fazer com que a nossa carne e a nossa força não vos envenenem e, sobretudo, que a vossa alma não adoeça. Nós nunca fomos os instrumentos que vos imaginastes com agrado, mas companheiros numa estrada cujas emboscadas vós forjáveis à vossa vontade. Eis porque hoje pedimos o vosso respeito… porque vós poderíeis dentro em pouco chegar ao ponto de não vos respeitardes e de negardes até o próprio universo. Acordai!”.

Ursus Maritimus



21 de março de 2023

birds flying high ...

 


 

 

 

17 de março de 2023

Close Call 100X100

 


 

 

 

 

 

13 de março de 2023

Stª Ukra Del Aire


 

 

Local. Data e hora.

10 de março de 2023

10 de Março

 








 

 

27 de fevereiro de 2023

du your cardio


 

 

 

19 de fevereiro de 2023

MM 14


13 de fevereiro de 2023

D'Aire

 

 









 dia 2

5 de janeiro de 2023

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1 de janeiro de 2023

23

 



 

 

 

 

 

 

 

13 de dezembro de 2022

Chove a cântaros


 

Agradeço a tua presença, esse olhar leitura, curiosidade ou o que seja que aqui vindo desejas, Agradeço.

Passam semanas sem aceder aqui, como se esquecer fora possibilidade. Voam meses sem que actualize, fixe aqui o que quero que seja. Deixar o querer trouxe o silencio a este lugar que sereno contrasta com as redes que alimento com assiduidade impulsiva e que a custo faço que entendo no deslize da serotonina. Aqui, um sentimento de refúgio secreto que se prolonga sem ofuscar. Uma distancia reservada que agrada e ata. Por um lado, agrada-me a sombra fresca longe da confusão das avenidas, anúncios buzinas e esplanadas barulhentas com palhinhas. Aqui, chupo a azeda num passeio sem destino programado, além de tu. Só ver chega tanto que o caminho se desfolha na gratitude de cada momento. Por outro lado, é bloqueio o arrastar do lastro com pouca corrente, sem vento nem rota aparente. Preciso sem depender do reflexo da tua pluma calada por volumes comandados, pós de arroz e segmentos. Perdão. O peso flutua sobre uma inconsistente massa de memória que indolor se tornou um estar, uma forma de olhar, um ser que só, solitário, sem reflexo ou mensagem não é. Ser. Ser corpo só não tem completo, afecto ou o reflexo vivo do olhar. Desalmado, se torna relíquia de cheiro a mofo, pó no escuro esquecido, carga de lixo arremessada pela janela num abafo de contentor. Delete. Libertação? Delete. Insatisfação? Delete de nada. Silêncio pausa. 

Nada se ouve, a cântaros chovia.

1 de dezembro de 2022

boas festas



 

30 de novembro de 2022

Miss PArker

 

2015-2016

 

 

9 de novembro de 2022

29 de outubro de 2022

Boganvilleas pruning

 



23 de outubro de 2022

18 de outubro de 2022

Mulher Azul da Carlota

 


"Nos primeiros anos de escola lembro-me de me esconder atrás do meu talento e aptidão para a Arte de desenhar, pintar, cantar, dançar, e tudo o que permitia expressar a minha criatividade. Comecei a sentir vergonha por ser “boa” em algo. “Desenhar bem” fazia-me sentir diferente e várias vezes experienciar competição ou desdém, fez com que aquela criança, que continha em si uma incrível facilidade de se expressar pela arte, se fosse fechando na sua concha com medo de “ferir” os amigos e ser posta de parte.

E assim, a fonte mais sagrada do fluir da vida, a criatividade, se desvanece, dando lugar a bloqueios que influenciam pensamentos, palavras e acções.

Como esta história, existem tantas outras por aí. Vamos crescendo achando que fazer parte é ter que ser igual aos outros, aprendendo a fazer letras “bem feitas” e direitinhas num caderno de linhas verticais e azuis. Cheios de regras e conceitos do que é belo ou feio, do que é certo ou errado.

Recentemente, ao mostrar o meu trabalho e receber um feedback de comparação e competição, este sentir longínquo de criança veio ao de cima.
Observei o quanto aquele fantasma de ser “boa” ainda assombra o fluxo da minha expressão no mundo. O não me mostrar por completo por conta dessa memória..

Aceitarmo-nos como somos e a arte que fazemos, é um acto de amor com a própria vida. E o belo e o feio que vemos fora, são as partes que já aceitamos ou não dentro de nós.

Por isso continuo a criar. Pelo poder de cura que todo este processo já me proporcionou e por tudo o que já testemunhei ao facilitar e guiar espaços de transformação e cura pela arte com outros Seres. É poderoso e único.
É a minha medicina e servir com ela é trilhar o caminho do meu coração.

Não te escondas atrás daquilo que ainda te impede de sair da concha. A cura acontece caminhando.
Está lá fora um mundo inteiro à espera para te escutar. Salta. Voa. Expande.
Se quiseres a minha ajuda para esse salto, estou aqui ".

Marta Carvalho

 

 

17 de outubro de 2022

a b & c

 


 

25 de setembro de 2022

Keep allowing change to happen, because it will.

 


 "We use movement and dance to open up and explore some of the intra and inter-personal dynamics that are happening within the creation of community projects. Embodiment cuts through to the heart of things, helps us get real and show up as we are deep down with each other, giving us a chance to revision and encourage change for the benefit of everyone".

Adam Barley

9 de setembro de 2022

Dear Hans

 


 

 

4 de setembro de 2022

- We're All Iuri Gagarin !

 


 Do silêncio à criação #1

12 de agosto de 2022

Lua cheia em Aquárius



1 de agosto de 2022

Recortes de Verão ao Sul

 


 

 

28 de julho de 2022

Samothraki

 

27 de julho de 2022

Tomar

 


 

 

 

24 de julho de 2022

ArteSer 2

 



 

 

 

frondosa árvore semente foi

 


 

 

17 de julho de 2022

biomassa