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2 de abril de 2025

29

 


Arrábida Dance Lab

 


 

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14 de janeiro de 2025

Utopia

 


 volumatop

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6 de janeiro de 2025

Dia de Reis

 


 

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25 de novembro de 2024

Quatro Acordos

 


Estudo de capa do livro Quatro Verdades de Don Miguel Ruiz pintado com o audio livro em fundo.

Cover study of the book Four Agreements by Don Miguel Ruiz painted with the audio book on.


 

 

 

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22 de setembro de 2024

Amado

 


Ama deo


10 de junho de 2024

Hoje

 



Hoje

2024. 25x30cm

Óleo e colagem sobre tela

 

 

7 de junho de 2024

with subtitles

 

Nuclear Now

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24 de março de 2024

Fonte

 


 

Estou onde tenho de estar.

Permito-me um atravessar por outras pontes que levam á montanha. Serviço.

…e este sentimento de morte num corpo activado, amado e desejado é o despontar da semente germinando em solo fértil, por isso sagrado.

Sinfonia de pássaros num claustro.

Cheiro de laranja e nêsperas a amadurecer.

Ardem velas num altar.

Num reflexo demorado no olhar de alguém, o vento nas copas do cabelo sopra o nascimento do momento de um parto sem dor que no meu peito segreda:

- chegas-te a casa, não tenhas medo, o que antes era medonho,

meus amores, é um sonho.

Estou onde tenho de estar...

permito-me a dançar humildade com vagar...

 

14 de março de 2024

Late winter flowers

 


Vanitas, pintura instalação de Aryz pela Underdogs no Panteão

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21 de fevereiro de 2024

Shooting Star

 


Eternal variations

 

 

16 de fevereiro de 2024

una ventana

 

dia perfeito, noite estrelada

 

 

30 de dezembro de 2023

mel

 2023

17 de setembro de 2023

Casa Coração




A Casa


27 de julho de 2023

Magnolia

 

17 de junho de 2023

reunião de condóminos

Rua das Fanqueiros


7 de junho de 2023

101

 

 

Truth of dreams

Françoise Gilot

18 de outubro de 2022

Mulher Azul da Carlota

 


"Nos primeiros anos de escola lembro-me de me esconder atrás do meu talento e aptidão para a Arte de desenhar, pintar, cantar, dançar, e tudo o que permitia expressar a minha criatividade. Comecei a sentir vergonha por ser “boa” em algo. “Desenhar bem” fazia-me sentir diferente e várias vezes experienciar competição ou desdém, fez com que aquela criança, que continha em si uma incrível facilidade de se expressar pela arte, se fosse fechando na sua concha com medo de “ferir” os amigos e ser posta de parte.

E assim, a fonte mais sagrada do fluir da vida, a criatividade, se desvanece, dando lugar a bloqueios que influenciam pensamentos, palavras e acções.

Como esta história, existem tantas outras por aí. Vamos crescendo achando que fazer parte é ter que ser igual aos outros, aprendendo a fazer letras “bem feitas” e direitinhas num caderno de linhas verticais e azuis. Cheios de regras e conceitos do que é belo ou feio, do que é certo ou errado.

Recentemente, ao mostrar o meu trabalho e receber um feedback de comparação e competição, este sentir longínquo de criança veio ao de cima.
Observei o quanto aquele fantasma de ser “boa” ainda assombra o fluxo da minha expressão no mundo. O não me mostrar por completo por conta dessa memória..

Aceitarmo-nos como somos e a arte que fazemos, é um acto de amor com a própria vida. E o belo e o feio que vemos fora, são as partes que já aceitamos ou não dentro de nós.

Por isso continuo a criar. Pelo poder de cura que todo este processo já me proporcionou e por tudo o que já testemunhei ao facilitar e guiar espaços de transformação e cura pela arte com outros Seres. É poderoso e único.
É a minha medicina e servir com ela é trilhar o caminho do meu coração.

Não te escondas atrás daquilo que ainda te impede de sair da concha. A cura acontece caminhando.
Está lá fora um mundo inteiro à espera para te escutar. Salta. Voa. Expande.
Se quiseres a minha ajuda para esse salto, estou aqui ".

Marta Carvalho