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2 de novembro de 2023

Peace is not the opposite of violence. Peace is the opposite of hate.

 


 

(...)
What then, shall we do, outside the shadow of hate and blame? What shall we do from the full feeling of the loss of Israeli and Palestinian mothers? What shall we do, knowing the keening of a mother, the whimpering of a child cowering in a basement? Those of us whose hands are far from the levers of power may not be able to do much except call for this and that: ceasefires, humanitarian corridors, and so forth. I support such calls, but for the hate cycle to reverse, people from within the warring parties will have to do something brave.

Brave would be for Hamas to release all hostages, unconditionally and unilaterally.

Brave would be for Israel to stop the bombing and restore humanitarian supplies, unconditionally and unilaterally.

You may think, depending on which side you are on, that neither of these is brave; that one is simply humane and should have been done before it even started, and the other is foolhardy given how the other side would just take advantage of it. It is precisely such calculations that make these brave. To advocate peace in a time of war is always brave. As one Israeli peace activist told me a few days ago, “If you say anything, they will slap you.”

What motivates bravery? Let’s call it courage. Courage means, “the capacity of the heart.” It comes when we open our hearts to actually feel. Then, if we don’t channel the grief into despair or the anger into hate, we do whatever it takes to stop the cycle of harm. Another cycle can take its place, with each side responding to the other’s brave gesture with its own, as the whole world watches, affirms, and rewards each step. Yes, I am aware of the fruitlessness of nonviolent protests and peace movements in the past in Israel and Palestine, but now is different. All eyes are on them. Israel / Palestine is now the fulcrum upon which the whole world could swing toward peace.

Charles Eisenstein

29 de outubro de 2022

Boganvilleas pruning

 



25 de agosto de 2020

25082015

 


 

 

 

 

10 de agosto de 2020

070215


22 de janeiro de 2019

Leonor



"Conheço bem os meandros dessa luta, porque a partilhei em teu nome. Então, e só então, começaste a acreditar na existência do espírito, enquanto se consolidava conhecimento do teu corpo. Descobri que o teu espírito é uma função da tua energia vital sempre que te sentes bem e nos afetos segura, e que a retrais para dentro do teu próprio corpo com o medo, e como medo não tens, nunca tiveste e por isso o buscas, esse corpo é uma tangível manifestação do espírito que sem medos escolheu dar-te a carne.
Contigo reforcei que a sugestão cura mais que a secreção de qualquer glândula e de que o mergulho nos segredos é aditivo.
Só tu é sabes que eu sei que tu sabes".

25 de outubro de 2018

Babuskas de Málaga



17 de agosto de 2018

18 de outubro de 2017

Jane and Laura


: )  ( :













 









"Dear Rui, how are you? We hope you are well! we were at Teufelserg finally! The art gallery in berlin we told you about! And we put your pictures there at places we thought they fit to the picture. And we think we found reeeally nice ones. We took pictures for you of them. Enjoy! and by the way...thank you for the nice time, we will not forget about you and wait here in berlin for you!
Kisses and hugs from Jane and Laura"

23 de agosto de 2017

Leão Vermelho



O que está a acontecer é um milagre. Quantas pessoas, cores, matizes, confluências e encontros.
O Leão Vermelho (colado com esperma de dragão das águas). Mentira? Este Leão vermelho viu Alfama. Talvez por ela através tenha sonhado um dia. Não sabemos o saber da sua percepção mas solto foi. Salvo. Soltei-o no momento em que o vi. Vermelho. Fechado mas protegido ficou, com ursos dançou, trezentas mil ondas surfou. Solto faz parte, solto contempla livre onde o tempo não chegou. Compreende só. Pleno real no ponto infinito do esquecimento liberta a juba. Afinal é rei.
Descaia tubular irresistível como mel. Foi tão forte o seu olhar que o papel com o vento voou da esquina para um olival bem basto. Ai respirou mais fundo, voltando amansou e encontrou-se atento no movimento sem distância de um novo amigo imaginário. Um vento quente sobre alma planície de fino feno que soberano viu plantar, regar, nascer, crescer num todo de mol massa, dançar tão fino quanto o seu incondicional olhar. Lama chuva cinza luz tão pura quanto o sol a dádida do dar. O ânimo.
Integrado, um dia foi colado num largo amigo de escadas e becos, vizinhos salamalecus, atrevida voada numa soma sincopada com o bater de um coração.
O tudo bem basta viu o leão, correu com a incompreensão, brincou com as crias da saudade, caçou a distância, a preguiça, o desejo, a confiança e a salvação. Longo lânguido feno que do vento pão traria da corrida no encalço da impala. Por vítimas foi vitimamente caçado e cobriu Incompreensão. Favos de abelha de novo comeu e Beleza nasceu quando Busca apareceu vinda de outro lugar.
Ouviu reis de copas, com rainhas desenhou, bailarinos pintou e com águias dançou, de pedras se enamorou, cadeiras virou e muitos pregos adorou.
Com as chuvas veio o vento e com ele a colheita para um negro fecho de necessária transmutação. No escuro repousou imóvel a inquietude do reencontro. Corpo luz e elasticidade. Velocidade. Compreendeu algo do humano na fugaz ternura do abraço, na inconsequência de cada passo. Agora voltou e de novo vê pois solto está. Ficou e olha demorado os rodopios do seu vento quente sobre feno reforçado unido no balanço.

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28 de setembro de 2015

sub escrito



(em podendo imprimir, ajuda)