20 de agosto de 2018
17 de agosto de 2018
10 de agosto de 2018
27 de julho de 2018
17 de julho de 2018
sano
(PT)
Serve o presente para expressar a minha gratidão a quem me ajudou como pôde na primeira fase de um tratamento sem precedentes.
A vossa ajuda e intenção de que tudo corresse por bem, foi recebida, integrada, é e será fundamental em todos os processos.
Voltei ao trabalho e integrando a continuidade numa intensão de cura trouxe este díptico celebrando, agradecendo e, sobretudo, não esquecendo.
A todos, os meus sinceros desejos de um bom verão e sem excepção: Muitobrigado.
(EN)
I would like to express my gratitude to everyone who helped me in this first phase of my treatment. It was overwhelming to feel your continuous support. Your good intentions have been received and have been fundamental in all the process of healing.
I returned to work calmly. I made this drawing to celebrate, to express my gratitude and to not forget myself again.
To all of you without exception, my sincere wish of a sweet summer: Thank You
12 de julho de 2018
8 de junho de 2018
2 de junho de 2018
Golden teeth feature as a cultural tradition around the world. They can indicate an angagement, highlight weach or provide a save way of storing one's savings should traditional money lose it's value.
Cura, Real, Idade, Tempo, Estima, Alimento, Vida, Busca, Encontro, Crença, Criança, Clara, Integração, Empenho, Auxílio, Real-Surreal,
Sincero, Sorriso, Herança, Soma, Família, Resultado, Reflexo, Mensagem,
Exemplo, Relativização, Prioridades, Contrariedades, Dualidade, Desígnio,
Graça, Gratidão, Senso, Perdão, Desilusão, Agradecimento, Distância, Incompreensão,
Compreensão, Fotografia, Beleza, Humana, Fuga, Fecho, Abertura, Extração, Ciência, Tecnologia,
Saúde, Lágrimas, Sangue, Amizade, Incompreensão, Emoção, Sedimentação,
Profundidade, Limpeza, Longitude, Beleza Latitude, Cura, Confiança, Dor, Consciência,
Animo, Alma, Matéria, Cobalto, Continuação, Cor, Comunicação, Amor, Vida,
Vós, Voz, Momento, Amor
17 de maio de 2018
14 de maio de 2018
13 de maio de 2018
4 de maio de 2018
25 de abril de 2018
14 de abril de 2018
13 de abril de 2018
Furo = Fim
Impedir que o maior dos erros da história de um jardim na beira mar plantado se torne num tremendo cataclismo na nossa costa. A terra sempre tremeu. Treme e tremerá e um acidente é inevitável. Os exemplos aconteceram por todo o mundo e são negros, muito negros. Impacto ambiental é um tapa olhos porque em caso de acidente deixa de haver o "nosso" ambiente. O ambiente que tem trazido tudo e todos de todos os lados para um mergulho nas nossas praias desde que há praias.
Não interessam nesta questão cores ou partidos. Estão a comprometer FUTURO e é absolutamente patético infantil e inconsciente que furar seja ainda uma opção. Dá medo!
O nosso presidente gosta de nadar na praia, um bom e saudável exemplo que pode deixar de acontecer.
Senhores políticos, aproveitem a onda como acharem melhor. Mas por favor, não o permitam. Porque é o início de um fim que, como sabem, não fomos nós que enunciamos.
www.facebook.com/events/206530796598995/permalink/217031912215550/
12 de abril de 2018
11 de abril de 2018
11 de março de 2018
8 de março de 2018
5 de março de 2018
Processo
De um retábulo antigo, de um lugar sagrado em que o mundano
se observa e se reflecte, de um alpendre esquecido pelo tempo retalhado no
espaço e separado em peças e maquinações coloquiais, do centro de todas as
partes de uma árvore-consciência, da energia que a eleva, das raízes que a
seguram, da luz que envolve todas as suas folhas, penas-pavão, densidades
mágicas, texturas e padrões, manifestações etéreas de uma ilusão concertada na
realidade, na ausência de um ponto único, de uma primazia, na ausência de uma
perspectiva única, de uma âncora inamovível, na ausência de um sentido prático
ou visualização abstracta, mas presente em múltiplas construções contrastantes,
de um ponto multi-dimensional, intensidade na partição do pensamento em caixas,
em blocos, em escadas que remetem para o vazio e para a plenitude, para a luz
ou para a noite absoluta, ou para coisas prosaicas, para o quotidiano que se
esfuma a cada dia que passa, de um lugar qualquer, de um templo radicular,
contemplação adiada nas coisas para fazer, contenção nos voos oníricos que
sobrevoam as calçadas e as ruas, um desafio de infinitas fórmulas que se
subtrai como se não fosse importante, esquecido nos remoínhos solventes da
memória que se guarda das coisas, mas subliminalmente presente, um relógio que
não pára, deixando impressões em tudo o que se expande, em tudo o que se
contrai, em tudo o que está, em tudo o que vai estar, uma vibração que penetra
no âmago de tudo o que é solvente e o recicla, em múltiplas dimensões e em
nuvens que cruzam o céu, realidades retalhadas e espaços sagrados, árvores ao
vento e retábulos antigos, presenças e visões, ausências e premonições, o tempo
passa plos dias e deixa marcas na realidade que o próprio tempo se encarrega de
enredar, criando as múltiplas realidades que o dispersam, que o propagam, que o
dissolvem, que se expandem e que implodem, que revelam a essência, que revelam
o essencial, o primordial, o inacabado, o sentido cósmico, de uma janela sobre
a cidade observo a cidade, ausente dos meus próprios processos, e deixo-me
mistificar, de uma clareira no bosque observo o bosque, e deixo-me enredar,
prender-me nas múltiplas dimensões de um espaço retalhado que me observa, como
eu o observo, o universo à minha volta.
Rui Lorga
22 de fevereiro de 2018
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