6 de novembro de 2006

Fake No More !




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"Nothing is more pure than the anguish of a child. Pictures of children crying capture raw emotion: sputtering rage and profound loss. In many ways we’ve become desensitized to disturbing images. But the honesty of a child’s feelings is undeniable and it draws you to the photograph. Perhaps because kids experience the kind of powerful emotions that we, as adults, have suppressed in ourselves...


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Centro Cultural de Belém
17-10-06 / 23:55
Av. de Roma
20-10-2006 / 18:24
Av. de Roma
20-10-06 / 18:46
...

9 comentários:

Rita Leal disse...

Terás sempre uma criança dentro d ti... ;)
Beijo

K disse...

Ultimamente andas muito meditativo...

Eu sei que tu sabes que as respostas estão dentro de ti. É só encontrá-las pá! Tenta procurar no pulmão esquerdo. ;p

Fica bem. Muito bem.

Devir disse...

Fake No More!

Ou se percebe. Ou não se percebe.
Prontos. É isso pá.

andrezero disse...

às vezes nem se percebe nem se deixa de perceber... fiquei entusiasmado com a ideia, mas ao mesmo tempo confuso... mas eu sou mesmo assim, e não é só ultimamente.

aplaudo a tua iniciativa, sem reservas!

mas há dois anos tive uma ideia muito semelhante e fui atraiçoado pela dúvida, essa puta!

um qualquer mecanismo de defesa anti-acção lançou-me a armadilha com uma simples pergunta:

"mas não poderá a tua acção ter exactamente o efeito contrário ao pretendido? não vais tu também contribuir para essa mesma des-semsibilização que queres combater?"

devia ter dito: que se foda.

mas não fiz nada.

e tirando a vaca verde. nunca fiz nada

foda-se

Devir disse...

fazes música! e ao seu ritmo...
VAMOS FAZER!

T Jah

K disse...

Eu percebi o fake no more e a ideia e gosto. Porque tento guiar-me por aí, porque sou sensível aos sentimentos (ou, neste caso, ao sofrimento alheio que me contrai o pulmão esquerdo).

E no entanto, pegando no que disse o André, talvez as pessoas andem demasiado anestesiadas para prestarem atenção. Talvez esse impacto diminua quando antes e depois somos bombardeados por todo o tipo de estímulos visuais. É certo que haverá sempre aqueles que atentos reflectem sobre o assunto. Mas são poucos (digo eu) e não sei se chegaremos aos outros por aí.

Enfim...isto dava um daqueles debates interessantes para se ter em volta de uma mesa.

Devir disse...

...em volta de uma mesa. E com vinho tinto.

A street art, como aliás qualquer outra manifestação artística, não pode chegar a toda a gente. A tocar na avaliação e emoções de toda a gente. Não somos todos iguais e uns usam óculos e os outros nem por isso. Mas, o que tem de melhor, para além da entrega á própria indiferença e ignorância (que muitas vezes está explicita nos conceitos do que é dado), é o facto de ninguém ter de pagar bilhete! Se pagassem. Veriam?

Serve mais um de tintinho anda...

K disse...

Pode ser Terras do Pó? Acompanhado de queijo, azeitonas e broa? À moda do Taipas? Que saia mais um tintinho...

A street art, e por estar na rua, supostamente abrange mais pessoas. E para mim, mera observadora e leiga no assunto, esse é um dos seus trunfos. Transmitir mensagens e emoções e alcançando um maior leque de pessoas. Ter o poder de as poder fazer parar e pensar.
Claro que, e entrando pelo marketing adentro, vai depender do que se põe, onde se põe, e que população alvo queremos atingir. Porque o que se põe na rua é para ser visto.

Obviamente que não somos iguais e não somos tocados da mesma maneira. Que a maioria das pessoas, pelas mais variadas razões, é indiferente ao que olham. Não interiorizam. Contudo isto não inviabiliza de modo algum a street art, nem foi isso o que quis dizer. Apenas divaguei sobre o assunto a partir do que o André disse (lá está, as conversas são como as cerejas).

E se pagassem veriam? Se calhar não pagavam o bilhete...a não ser que fosse algo de renome e que lhe desse a sensação de prestígio e de serem cultos...

santa claus disse...

now that i'm older... my heart gets colder! and i can see that is a lie... I hold my mistake up!