29 de novembro de 2012
28 de novembro de 2012
18 de novembro de 2012
Nerver
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Tecnic// Blue glue print love your brain activity dissolved re encounter searching developing drip deep dive nerver painted unbrush method evaluated in the realm of individual imaginative power blood tears and permanent life struggling light celebration calibration inside insight signs. A photographic composition over contraplacado marítimo based in a painting process done not so long ago. Eco portal. Mirror.You.
110 x 110
3 de novembro de 2012
31 de outubro de 2012
30 de outubro de 2012
21 de outubro de 2012
2 em 1.
Corte ainda fresco depois da 1ª prova de contacto. Á meses largos que não cortava um stencil. Nada se compara a um corte de stencil. A beleza de todo o processo, a evolução de cada fragmento e forma no peso da composição, o redesenhamento antes e durante a separação cirúrgica, o chegar ao fim do corte e preparar imediatamente a base para pintura. Tem de ser dado e logo, para num momento, como por revelação todo o processo culminar em surpresa, sempre única.
Algo
Azóia
21-10-2012
15 de outubro de 2012
Cura
A Cura
21 x 15 cm
A Cura consiste num desenho realizado quase na sua totalidade no Hospital Amadora Sintra. Inicialmente no corredor, depois no quarto, depois em salas de espera de consultórios, etc. Por este facto, a intensão durante todos os momentos de concepção foi a de Cura. De melhoras. De anulação de sofrimento. Perante uma aflitiva sensação de impotência desenhei o original para o meu pai que na Primavera mandou uma valente queda que o imobilizou. A mim fez-me repensar a nossa relação e o quanto somos frágeis mas também tão fortes desde que conscientes de que uma cura é possível. Hoje estive com ele e depois, de um já longo, processo de recuperação está melhor, muito melhor. Acreditamos de que este desenho aliado á fisioterapia deu o seu contributo para que melhora-se. E é baseado na crença de que contribuiu para as suas melhoras que o partilho.
13 de outubro de 2012
The Dancers
The Dancers II
110 x 110 x 2
Elinga.
2012
The Dancers II consiste na evolução de um conceito realizado em 2011. No seu arranque decidi pintar uma tela integralmente de preto para perceber o que me sugestionava e qual a solução que encontraria confrontando essa base. Sem compromisso comecei o preenchimento desenhando corpos a tinta de esmalte preta. Corpos que interagiam entre si, corpos que se contagiavam pelo toque, pela visão, pelos seus pontos de apoio, pela sua integração no todo da composição. Depois de algumas horas de trabalho percebi para minha surpresa que tinha nascido ocasionalmente um conceito; The Dancers é uma metáfora gráfica do universo artístico onde a análise de trabalho e vida influenciam interpretações artísticas, resultando todos eles numa posição complexa, detalhada e individualizada mas em equilíbrio. The Dancers são um paralelismo de uma segurança social baseada em conciência colectiva, apoiando-nos, dando e recebendo sem olhar a posição ou composição é possível num belo dia encontrar um perfeito equilíbrio e harmonia seja qual for o local ou ângulo do quadro. Que roda.
11 de outubro de 2012
Preenchimento
Space time and being onde? Enchimento necessário aquecimento desvairado dinâmico carregado intrínseco dissecado, vadia imaginação corrida projectada desenfreada na forma do elemento. Uma cor. Um rebento, semente de fuga de restauração necessária absoluta desconectada pela sua formula quase desapropriada. Chega o tempo da palavra da verdade necessária. Finisterra arbitrária, moagem antiquária. Pecuária descontinuada. Regra de ouro: - quebrada! Síntese aquática fragênciazulada leve ausente de brisa encarneirada autentica desnecessária. Preenchimento revolucionária. Complicada venda. Mostra dádiva. Confronto inerente. Desmentida e irreverente. Absoluta congregação. Proibida demonstração. Não! Ai então, dár-se-á alguma razão. Espécie rara em contra-mão de encontro á viciada visão. Placidez. Movimento. Resultado associado a uma nobre vassalagem de um processamento apoiado honestamente sagrado. Realizado. Projectado e de muitos sorrisos, lágrimas e contusões marcado. Teste. Testa! Desencadeia. Realiza. Segue. Sonha. Voa. Concretiza. Ego anulado. Objectivo alcançado. Abraço desejado. Proibida fixação de um vôo alcançado. Agarrado. Acreditado pela dinamica de um galope sincronizado. Equilibrado, apesar de muitas vezes desacreditado. Com a sina veio o ritmo, com ela surge sem esforço a rima. Acréscimento alargado. Almejado nos poréns do integrado. Integrado num vôo nunca antes ensinado. Revelado pela mãe, para um pai depois de um filho. Sequencia natural de uma conexão humanista, universal. Contacto, chegada, abraço, largada. Dentes de leão. Vôos de exploração. Vida volátil, vento espelho largada espalhada. Água necessária. Salgada. Goles engoles de ti já em ti. Sempre em ti. Restauro circulação. Ingestão demoção registo cristalização. Consciência responsável da leitura gestão e da sua multiplicação. Bling plam nicles só reenterpretação! Canais poder e recreação. Pesquisa evolução. Um beijo sem condicionada emoção. Revelação. Remate. Tento simplório de revolução. Anarquia reutilização. Um livro? A salvação. Vir. A vir virá sem qualquer dúvida de conclusão. Falta o resto, está em branco. Vem a caminho, não tem descanso. Não tem tendo o tão merecido avanço. O futuro a noz pertence na gargalhada de cada semente. Inspiração, vã glória momentânea. Ecos no tempo, responsabilidade no passado incontornável da força do nosso vento. Que tempo, que miséria, que descrença tamanha manha, medonho adormecimento o legal público arrefecimento. Onde ficou o sonho? Onde está o alento do calor da esperança? No gozar? No ficar? No manter? No ressacar? Na dúvida cheia de saber ou na inconstante vontade de ter? Perguntas sem resposta na sentida solução. Questões emanecipadas pela força de um sonho. Da razão! Insatisfeito preenchimento da gráfica fórmula do momento. Busca por tempero sabor verdadeiro alimento. Vermelho natural é o tomate não qualquer sugestão. Soube bem a frescura da directa libertação. Preenchimento preenchido.
10 de outubro de 2012
9 de outubro de 2012
Abraça Alguém
Abraça Alguém. from Devir on Vimeo.
Video curtinho que termina com um curioso problema técnico que acaba por ficar bem no quadro.
Cabo Espichel.
Outubro.
2012
Outubro.
2012
5 de outubro de 2012
1 de outubro de 2012
Luz Lente
Tomar
"A Ordem de Cristo não tem graus, templo, rito, insígnia ou passe. Não precisa reunir, e os seus cavaleiros, para assim lhes chamar, conhecem-se sem saber uns dos outros, falam-se sem o que propriamente se chama linguagem. Quando se é escudeiro dela não se está ainda nela; quando se é mestre dela já se lhe não pertence. Nestas palavras obscuras se conta quanto basta para quem, que o queira ou saiba, entenda o que é a Ordem de Cristo — a mais sublime de todas do mundo.
Não se entra para a Ordem de Cristo por nenhuma iniciação, ou, pelo menos, por nenhuma iniciação que possa ser descrita em palavras. Nãos se entra para ela por querer ou por ser chamado; nisto ela se conforma com a fórmula dos mestres: «Quando o discípulo está pronto, o Mestre está pronto também.» E é na palavra «pronto» que está o sentido vário, conforme as ordens e as regras.
Fiel à sua obediência — se assim se pode chamar onde não há obedecer — à Fraternidade de quem é filha e mãe, há nela a perfeita regra de Liberdade, Igualdade, Fraternidade. Os seus cavaleiros—chamemos-lhes sempre assim — não dependem de ninguém, não obedecem a ninguém, não precisam de ninguém, nem da Fraternidade de que dependem, a quem obedecem e de que precisam. Os seus cavaleiros são entre si perfeitamente iguais naquilo que os torna cavaleiros; acabou entre eles toda a diferença que há em todas as coisas do mundo. Os seus cavaleiros são ligados uns aos outros pelo simples laço de serem tais, e assim são irmãos, não sócios nem associados. São irmãos, digamos assim, porque nasceram tais. Na ordem de Cristo não há juramento nem obrigação.
Ela, sendo assim tão semelhante à Fraternidade em que respira, porque, segundo a Regra, «o que está em baixo é como o que está em cima», não é contudo aquela Fraternidade: é ainda uma ordem, embora uma Ordem Fraterna, ao passo que a Fraternidade não é uma ordem."
Fernando Pessoa
28 de setembro de 2012
27 de setembro de 2012
21 de setembro de 2012
18 de setembro de 2012
16 de setembro de 2012
Dia D (1)
encontre as diferenças
camarote popular
Rádio Televisão Individual
Dub ai?
Troiko... (karalho!)
Calouste
Girasois
Pass vite
União
Solução
Visão
Razão
Apropriação
Fixação
Pão!
Parlamomento
Mobilização
Antecipação
Sem o titulo
19 fotografias de um total de 36 tiradas durante o dia.
Cansado, incrédulo, emocionado e revigorado fui seguindo. Fiz estas fotografias, podia não as ter feito, fui só fazendo. A questão que se põe não é se ficaram bem enquadradas, bonitinhas, bem tratadas ou prontas para serem comparadas. O conteúdo e envolvência sem precedentes em que foram tiradas é o que realmente nos interessa.
A BELEZA SAIU Á RUA. Que o continue a fazer. Porque agora, o "ou não" deixou de ser uma opção.
Um Forte Abraço Solidário.
13 de setembro de 2012
Girassóis

vimeo.com/49407773
Uma tela, um porto antigo, uma História, uma paleta de todas as cores, uma mensagem de liberdade no seu natural e honesto exercício. Abstracta? Real. Possível.
Um filme dedicado a todos os girassois que são preserverança e esperança neste tão bem plantado jardim que ardeu outra vez. Temos as sementes. Venha o vento. Venha água!
12 de setembro de 2012
10 de setembro de 2012
Saída
São Domingos
1992
+
Se houver alimento durante o inverno, os melros não se importam nada de permanecer no seu território durante todo o ano, mas também adoptam aquela do “ ir para fora cá dentro” pois ao que parece ocupam varias zonas diferentes. É engraçado que é precisamente quando tem necessidade de emigrar, é que eles são mais sociáveis, nessa altura formam pequenos bandos noctívagos. (Lua)
Reflectir se tal como o melro é o momento para percorrermos um caminho mais solitário e independente, empreendermos uma jornada interna ou por outro lado, se é hora para sermos mais sociais e emigrarmos, nem que seja viajando para fora, cá dentro.
Estão conectados com as florestas de folha caduca (onde tudo morre ficando só os galhos e o caule para armazenarem a água que se perde pela evaporação) com vegetação rasteira densa, que é onde gostam de viver, mas também gostam bastante de áreas com arbustos, jardins, campos de cultivo ou parques mesmo em zonas urbanas.
Corre nas veias do melro o sangue de caçador principalmente na altura de fazer os ninhos… durante o outono/ Inverno, retira-se dessa função e torna-se mais vegetariano, alimentando-se principalmente de azeitonas, uvas, de hera e, Viscum , sabugueiro murta, azevinho, entre outros. Plantas árvores e frutos a que nos devemos conectar para fortalecer a medicina do melro.
Resumindo os melros são seres com muita magia, muitos dons, talentos e poderes criativos, e têm muita facilidade em expressar não só os seus próprios poderes, a sua própria Voz e como múltiplas vozes do Grande Espirito. Algo para meditar.
O melro pede-nos para sermos mais independentes, quanto mais expressarmos os nossos dons, talentos, poderes criativos, as nossas emoções e sentimentos; Quanto mais expressarmos a Voz da nossa alma e Espirito mais fluirá através de nós. O chacra laríngeo e a Voz são muito importantes para o melro e por isso desperta-nos também especificamente para os talentos criativos ou curadores através da Voz, canto, mantras….
Tal é a sua mutabilidade, flexibilidade, a sua capacidade de se adaptar que consegue mudar de voz e se necessário de espaço com descrição e facilidade. Se o Melro-preto aparecer traz-nos uma viagem aos reinos misteriosos da magia, xamanismo, ocultismo, misticismo, da revelação, presságios, inspiração, contactos com o Void, o útero e túmulo da Vida, o submundo, Vida/Morte, portais, conectados também á energia de eclipse.
Conectar com o outro lado do véu e o trazer de lá mensagens inspiração e sabedoria. Destacando as mensagens e apoio dos animais (r.animal). Ir á Raiz do coração para trazer a solução. A energia do subconsciente, aos estados alterados de consciência, yoga , meditação, transe, os poderes da energia feminina lunar, sexual, magnetismo, Kundalini, as Forças da Mãe Natureza, os ciclos e as mudanças, transições. O Co-Criar, encantar, o enraizar o espiritual na terra, o espírito na matéria. Desperta-nos para ouvir conhecer e expressar o Chamado divino, o propósito-vontade maior.
Contemplar o grande mistério, adentrar o desconhecido.
O melro relembra-nos ainda que ás vezes é necessário uma energia mais activa e assertiva, estabelecer limites, criar a nossa própria segurança, protegermos o nosso território. É importante fortalecer a nossa estrutura que necessita de estar nutrida, forte e enraizada, através da qual possamos então criar a magia (objetivo, ideal, sonho) que queremos ver manifestada, ou cumprir o nosso propósito maior, partilhar os nossos dons e poderes criativos. Por outro lado mostra-nos que temos que nos saber adaptar e que ás vezes é preciso voar rapidamente ou realizar um mergulho profundo. Ar (mental) e água (emocional-subconsciente). Importante não fazer o elemento água evaporar ou transbordar excessivamente. Encontrar a ponte e equilíbrio entre o espírito e a matéria. O trabalho do equilíbrio com os 5 elementos.
Na antiguidade foi conectado por um lado ás forças destruidoras e do submundo e por outro a energias auspiciosas e a paz, o que confirma mais uma vez a relação desta ave com a Deusa Negra Mãe da Vida/Morte. Na mitologia estão conectados á deusa Rhiannon e os seus 3 pássaros negros, que se senta e cantam na árvore do mundo. Diz-se que o seu canto pode adormecer os vivos e despertar os mortos, outra versão é que pode colocar os ouvintes num transe que os transporta para outros mundo/dimensões e que podem partilhar segredos místicos.
Reflectir se tal como o melro é o momento para percorrermos um caminho mais solitário e independente, empreendermos uma jornada interna ou por outro lado, se é hora para sermos mais sociais e emigrarmos, nem que seja viajando para fora, cá dentro.
Estão conectados com as florestas de folha caduca (onde tudo morre ficando só os galhos e o caule para armazenarem a água que se perde pela evaporação) com vegetação rasteira densa, que é onde gostam de viver, mas também gostam bastante de áreas com arbustos, jardins, campos de cultivo ou parques mesmo em zonas urbanas.
Corre nas veias do melro o sangue de caçador principalmente na altura de fazer os ninhos… durante o outono/ Inverno, retira-se dessa função e torna-se mais vegetariano, alimentando-se principalmente de azeitonas, uvas, de hera e, Viscum , sabugueiro murta, azevinho, entre outros. Plantas árvores e frutos a que nos devemos conectar para fortalecer a medicina do melro.
Resumindo os melros são seres com muita magia, muitos dons, talentos e poderes criativos, e têm muita facilidade em expressar não só os seus próprios poderes, a sua própria Voz e como múltiplas vozes do Grande Espirito. Algo para meditar.
O melro pede-nos para sermos mais independentes, quanto mais expressarmos os nossos dons, talentos, poderes criativos, as nossas emoções e sentimentos; Quanto mais expressarmos a Voz da nossa alma e Espirito mais fluirá através de nós. O chacra laríngeo e a Voz são muito importantes para o melro e por isso desperta-nos também especificamente para os talentos criativos ou curadores através da Voz, canto, mantras….
Tal é a sua mutabilidade, flexibilidade, a sua capacidade de se adaptar que consegue mudar de voz e se necessário de espaço com descrição e facilidade. Se o Melro-preto aparecer traz-nos uma viagem aos reinos misteriosos da magia, xamanismo, ocultismo, misticismo, da revelação, presságios, inspiração, contactos com o Void, o útero e túmulo da Vida, o submundo, Vida/Morte, portais, conectados também á energia de eclipse.
Conectar com o outro lado do véu e o trazer de lá mensagens inspiração e sabedoria. Destacando as mensagens e apoio dos animais (r.animal). Ir á Raiz do coração para trazer a solução. A energia do subconsciente, aos estados alterados de consciência, yoga , meditação, transe, os poderes da energia feminina lunar, sexual, magnetismo, Kundalini, as Forças da Mãe Natureza, os ciclos e as mudanças, transições. O Co-Criar, encantar, o enraizar o espiritual na terra, o espírito na matéria. Desperta-nos para ouvir conhecer e expressar o Chamado divino, o propósito-vontade maior.
Contemplar o grande mistério, adentrar o desconhecido.
O melro relembra-nos ainda que ás vezes é necessário uma energia mais activa e assertiva, estabelecer limites, criar a nossa própria segurança, protegermos o nosso território. É importante fortalecer a nossa estrutura que necessita de estar nutrida, forte e enraizada, através da qual possamos então criar a magia (objetivo, ideal, sonho) que queremos ver manifestada, ou cumprir o nosso propósito maior, partilhar os nossos dons e poderes criativos. Por outro lado mostra-nos que temos que nos saber adaptar e que ás vezes é preciso voar rapidamente ou realizar um mergulho profundo. Ar (mental) e água (emocional-subconsciente). Importante não fazer o elemento água evaporar ou transbordar excessivamente. Encontrar a ponte e equilíbrio entre o espírito e a matéria. O trabalho do equilíbrio com os 5 elementos.
Na antiguidade foi conectado por um lado ás forças destruidoras e do submundo e por outro a energias auspiciosas e a paz, o que confirma mais uma vez a relação desta ave com a Deusa Negra Mãe da Vida/Morte. Na mitologia estão conectados á deusa Rhiannon e os seus 3 pássaros negros, que se senta e cantam na árvore do mundo. Diz-se que o seu canto pode adormecer os vivos e despertar os mortos, outra versão é que pode colocar os ouvintes num transe que os transporta para outros mundo/dimensões e que podem partilhar segredos místicos.
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