31 de dezembro de 2011

Ceuta



Mista sobre madeira. 110 x 110
Flying House.
Abril 2011

30 de dezembro de 2011

Ó Brigada do Mar



 A ideia desta ilustração nasceu apartir de um texto que li num post de blog de um dos mais admiráveis projectos que reconheço: A BRIGADA DO MAR.
Na pessoa da Rute e posteriormente do Simão conheço este projecto desde o inicio. Digo que vou todos os anos. Nunca posso. Estou aqui, vou para ali, não sabia, não consegui. Tretas! A ideia de os colocar num post é antiga, sabia que o iria fazer um dia, mas como? Se nunca fui, se nunca trabalhei com eles. Com que imagem? E é assim que esta tartaruga nasce em Sagres a olhar para o Mar e com o objectivo de ser "dada" á Brigada.

Para voçês, e espero que convosco, neste 2012 segue o meu desejo de muita força na acção de tornar as praias no santuário natural que verdadeiramente são. Abraço gigante e até logo.

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28 de dezembro de 2011

Vanessa Perdigão

José Efe é um autor da cidade do Porto. E naturalmente por sugestão de um bom amigo de passagem visitou a Casa Amarela. E gostou. Saramaguiano e apartir do meu retrato do José abriu um precedente de conversa. Directa, sincera. Na despedida nessa noite, José Efe amarou a possibilidade de incluir no seu próximo lançamento “Porto Sem Filtro”, 11 ilustrações que para os 11 textos que o seu livro já em gráfica iria ter. Uma oportunidade, também para os 11 artistas residentes. Os 11 textos foram tirados por cada um e á sorte. Iustrações feitas e entregues, abraço e lançamento de um Porto Sem Filtro com poupa e circunstância no Progresso. Talvez pelo caudal do Douro ser menor que o do Tejo, a corrente afunila torna-se mais forte e mete respeito ver. Faz mais frio, trabalha-se que aquece. Com a pronúncia do Norte fala-se em construir e nesse instante começa a construção.

O livro “Porto Sem Filtro” é uma perspectiva de um escritor do Porto, de um fotógrafo do Porto (Gaspar de Jesus) e com interpretações ilustradas de onze ou doze criadores do mundo. Amarelos.

Segue-se o texto “Vanessa Perdigão” e a minha interpretação gráfica do mesmo.



“Vanessa Perdigão, uma rapariguinha de treze anos com um filho de sete meses é, hoje, uma precoce viúva. Oriunda de uma família de comerciantes com raizes na Andaluzia, trabalha com os seis irmãos, aos fins de semana, nas feiras da região do Porto e arredores. Nunca conheceu a mãe biológica. Em casa dormia na mesma cama com dois irmãos gémeos, um ano mais velhos, com quem passava as tardes a ver DVD para adultos. Poder-se-ia dizer que foi o amor à primeira vista! Juntaram-se tinha ele acabado de 14 anos. Porém, o idílo viria a ser breve e trágico. O rapaz, especialista em roubos de fio de cobre e viaturas, sofreu um acidente de mota, conduzida pelo irmão de dezassete anos. Ambos estavam sem capacete, tendo Lino morte imediata, após um choque frontal com um tractor no Castelo da Maia. Vanessa ainda chegou a frequentar o 2º ano. Era a melhor aluna nas actividades extra-curriculares: Educação Fisica e Xadrez. O filho e as tarefas domésticas não lhe permitiram continuar os estudos. Entretanto, casou de novo e a prole familiar aumentou. Vanessa Perdigão gstaria de ter sete filhos - em homenagem a Lino - , o número que ele ostentava na camisola quando era jogador nos juvenis do Pasteleira.”




25 Novembro 2011
00:02
Cela 3

Red Dot

24 de dezembro de 2011

Fragment acções


Um dia encontrei na net umas imagens de puros lusitanos. Seleccionei uma para tratar e quem sabe um dia fazer um corte apartir dai. Normal. Contudo. A imagem quando foi impressa saiu com um "erro" . Um admirável erro de impressão que deu ao animal uns reflexos cujo conteúdo ainda não tinha visto. Decidi, novamente, assumir esse mesmo erro e solta-lo na rua para que corre-se. Sai com Sol, com a Água, duas Ritas e um Pedro. Cortou-se no Palácio de Cristal e colou-se na bem dita Miguel Bombarda. Durou umas 24 horas até ser arrancado e lindamente pendurado aos pedaços. O seu coração, esse, fica aqui para sempre.















Fotografias: Rita Stravinsky


Dezembro. 2011
Miguel Bombarda. Porto

22 de novembro de 2011

in & out


 Serve o presente para informar a todos os interessados de que me encontrava na Invicta cidade do Porto em manobras na Casa Amarela.

Abraços & Beijinhos


Um especial agradecimento á Marta que sem pestanejar aceitou fazer a fotografia de boca aberta. Atelier Aberto.

30 de outubro de 2011

21 de outubro de 2011

Tempos Modernos





A História:

O ponto de partida da nossa história é numa cidade. Uma cidade como outra qualquer, uma cidade na Alemanha no pós-guerra, uma cidade em Portugal em pleno século XXI. Há muitas diferenças entre elas? Talvez não.

Os Tempos Modernos vieram para ficar, hoje mais do que nunca – e é nas cidades que eles entram debaixo da nossa pele. De cada vez que vamos ao chapeleiro, ou à farmácia, ou a uma loja de máquinas fotográficas, de cada vez que ouvimos uma plaina gigantesca por cima da cabeça, indagamos tal como Wanninger, o encadernador: será que nos estão a ouvir? Será que a velocidade a que vivemos ainda nos permite parar para ouvir O OUTRO?

 


"Um mundo novo não só é possível, como vem a caminho. Num dia calmo(?), eu consigo ouvi-lo a respirar".

Arundhati Roy



Elenco: ANDRÉ RAPOSO, CLÁUDIO HENRIQUES, DIANA RIBEIRO, ERICA RODRIGUES, GONÇALO MORAIS, GUILHERME BARROSO, JOANA PATO,  LEONARDO DIAS, MAFALDA LOPES, MANUEL COELHO, PEDRO FORRA, RUI FERREIRA, SARA ALÃO SOARES, SÓNIA POMBO, TELMO RAMALHO,
Encenação: PEDRO MARQUES
Música e participação especial: LUKE D’EÇA
Cenografia: DEVIR E DAVID ALVES
Adereços: MANUEL COELHO
Fotografia: MARGARIDA FERREIRA
Figurinos: DIANA RIBEIRO, MAFALDA LOPES, ANA SOFIA ANTUNES
Produção: FORMAÇÃO TEATRAL

***
O convite para que fizesse o projecto de cenografia desta peça resultou na integração de várias técnicas e estéticas integradas no mesmo espaço mas em diferentes tempos. A concepção de um ambiente que potencie a encenação dramática, que a integre e se integre foi, pela segunda vez um desafio que resultou num ambiente cénico, mas também numa exposição... moderna e cujo resultado vai estar disponivel e para aquisição.

Arte e Teatro complementam-se durante um mês no salão teatro da Guilherme Cossoul. Os Tempos Modernos? São agora e sempre.

Imperdível e solúvel. Avenida D. Carlos I 61 1º


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...

20 de outubro de 2011

1 destes dias tens sempre tanto que fazer ...


Procuram-se pessoas que paguem o justo valor para ver isto, para concretizar isto. se achas que podes ser tu, mantém a guarda. o dia, data e hora virá pois claro.
Uma formação teatral com uma abordagem teórica e muito prática sobre como fazer cenários. Vive-los.
Uma história sobre uma visita guiada a um universo de criação, imaginação, comunicação, desenho e um muita tinta contra relógio. A não perder por nada deste mundo em prol de outro. Que pode e deve de ser o teu.

HELP!!!

`)



ps: Seguir nesta única aventura experimentando.





15 de outubro de 2011

mãos dadas




 Esta imagem vem daqui. De ti. De lá. Para cá. Para sim.
Obrigado. Estou aqui. Estou ai.


oteucaminho.blogspot.com

6 de outubro de 2011

Sede



Julho 2011
CCB - A few silent steps.
Cabrita Reis

30 de setembro de 2011

Geppetto's nightmare


18 de Setembro. 2011
Lisboa. Braço de Prata.
Esta fotografia não é minha mas também não vou disser de quem é ou estaria a mentir. 

Keep on Rock It!

27 de setembro de 2011

26 de setembro de 2011

Trompetibet



 Aveiro. Murtosa. Torreira.

hard cover



 
Fomos ontem.

23 de setembro de 2011

Catu



Porto. Miguel Bombarda.
Fevereiro 2011.

Diver Down




Past up e txt aerosolado sobre acrílico duplamente facetado.
Casa Amarela.
Porto. Galerias de  Paris.
Agosto 2011

22 de setembro de 2011

Rotchenko´s Mother


Alvalade
Junho 2011. 
(You know exactly what this is not until it is)

21 de setembro de 2011

gravidade




Lisboa. Avenida 24 de Julho.
Abril 2011

Cada trabalho deste senhor tem vindo a inspirar, a preencher a melhorar vistas e perspectivas. Os conceitos são muito muito bons e os cortes uma preciosidade. GOO Goes Go!
Um Abraço e até logo.

20 de setembro de 2011

14 de setembro de 2011

mel



Fomos ontem.

13 de julho de 2011

Transitoriuminimal



CCB
Julho 2011

12 de junho de 2011

OuVi disser...



...que as paredes...

Flying House
Figo Maduro
Fev. 2010

11 de junho de 2011

Asteri*


 Bairro Alto
 2007

10 de junho de 2011

txt O

fixacão avaliação
tu eu
sou és
pois,
só mente a antiqua formula de variação, modo de mudança, reformulação, integração, emancipação, restauração, divergência livremente dirigida por uma duração de força emancipada de libertação. obsessão educada instaurada no contacto de uma visão, de partilha de resolução, quimera término acreditação, volta, restauração, amálgama de fusão. terra, fogo, ar, ar, água absorção, termal invocação, crença, dedicaçãpotenciada por diária desilusão. alquímico empurrão. lua nova

8 de junho de 2011

5 de junho de 2011

Sebastião


Vende-se.

Conceitos, técnicas, emoções, ideologias, história e dessabafos sobre tela
73 x 100

23 de maio de 2011

22 de maio de 2011

instantos




um corte em negativo



 uma fixação por colagem


 dispersos detalhes


um embrulho



um gelado


2 turistas e o reflex o


 um stencil foto-
gráfico do devir


Rua Garrett ao Chiado.
Lisboa.
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Um agradecimentos especial ao pessoal da Instanta Chiado, Anabela Pedro e Eduardo Reiser.