20 de maio de 2012
23 de abril de 2012
SOMA
SOMA, pode ser entendido como o resultado da
adição de várias quantidades, pode ser também uma bebida sagrada que os índios
védicos derramavam sobre o fogo dos sacrifícios ou ainda significar
simplesmente corpo (em oposição ao espírito). Sic, Dicionário Domingos
Barreira, 1947. Para além dessas definições exactas, há toda uma áurea que
semanticamente percorre e interliga os dois pólos do ser: o corpo e o espírito,
e sobre os quais separados e juntos estes dois sentidos complementares e
dissociados convivem e fustigam os estados anímicos de um e outro. Num dos
prismas, sofre o soma com o psi, quando a depressão, a ansiedade, a tragédia, o
cansaço, o stress ou a frustração corroem a alma até que na incapacidade da sua
compreensão, figuração ou repulsa na aceitação concreta ou abstracta, os
inevitáveis efeitos psico-somáticos se manifestam. E tudo se torna mais sério
quando não houver por perto um xamã, um templo, um catalisador, uma força
apaziguadora; um canto, alguém, qualquer coisa que trate o corpo com o
espírito, e possa levar para a frente, sempre en avant a fé de ser. A atitude das pessoas perante as coisas públicas
e privadas há-de sempre influenciar o soma e a sua vida. Nesta exposição há uma
soma de olhares e reflexos e interpretações proporcionadas por um quente mês de
Abril de 2012, em Luanda, com pouca chuva, no centro da Urbe, onde as energias
e os destinos cruzados de múltiplas pessoas geraram das entranhas do seu soma um
movimento multidisciplinar.
***
Algumas das obras da série Lua Anda em exposição no Elinga Triatro.
O Primeiro Canto
O gosto pela escrita e a paixão pela energia da caligrafia do graffiti levaram-me a esta estética que consiste na sobreposição de mensagens, desejos e impulsos até á impossibilidade da sua leitura e compreensão. A sua interpretação passa para um outro nível que ultrapassa a racionalidade.
Esta obra foi a primeira a ser pintada no espaço Elinga. Como uma abertura para o início de um longo processo expressei os meus desejos e intensões para levar a cabo este projecto. Aqui está expressa toda a base do projecto SOMA ainda antes de ter sido baptizado mas como num zapping em frente de uma TV com 500 canais... está lá tudo, mas acabamos por não ver nada. Ou não.
Imangolã II
Elefante De Memória
Memória visual. Mamífero. Animal. Instinto. Desenho. Reprodução. Património. Extinção. Não! Evolução. Liberdade. Natureza. Criação.
Um logo. Um simbolo. Um (?) elefante.. e um expresso desejo de que animais selvagens não fiquem encarcerados em Zoos. Os parques naturais e a vida selvagem são património universal e um bem a preservar para as gerações futuras.
União
12 de Abril de 2012, 01:03. O primeiro momento de pintura nesta sala integrou os vários elementos, olhares e expressões de todos os que com o seu trabalho e energia seriam necessários para tornar esta exposição uma realidade. O preenchimento foi efectuado ao longo de todo o processo de montagem. Esta obra está perto da sua conclusão mas todos os que contribuiram para tornar este sonho uma realidade estão desde já de parabéns.
A todos sem excepção: MuitObrigado!!!
Positicidade
Intensa procura de uma boa razão que justifica-se levar a cabo um projecto chamado SOMA na cidade de Luanda.
Resposta: Positividade, Tu Nu Tambor.
The Dancers II
The Dancers II consiste na evolução de um conceito realizado em 2011 numa tela de 90x90. No seu arranque decidi pintar uma tela integralmente de preto para perceber o que me sugestionava e qual a solução que encontraria confrontado com essa base. Sem compromisso comecei o preenchimento desenhando corpos a tinta de esmalte preta. Corpos que interagiam entre si, corpos que se contagiavam pelo toque, pela visão, pelos seus pontos de apoio, pela sua integração no todo da composição. Depois de algumas horas de trabalho percebi para minha surpresa que tinha nascido ocasionalmente um conceito; The Dancers é uma metáfora gráfica do universo artístico onde a análise de trabalho e vida influenciam interpretações artísticas, resultando todos eles numa posição complexa, detalhada e individualizada mas em equilíbrio. The Dancers são um paralelismo de uma segurança social, apoiando-nos, dando e recebendo sem olhar a posição ou composição é possível num belo dia encontrar um perfeito equilíbrio e harmonia seja qual for o local ou ângulo do quadro. Que roda.
100 Titulo
Futuro
No dia 13 de Abril uma forte ventania que antecedeu uma tempestade tropical que afogou a baixa da cidade arrancou a estrutura que tapava uma das janelas do salão. Um momento que se revelou fundamental para a reutilização de uma estrutura e para a concepção espontânea de uma obra de grande formato.
Algo nasceu, algo está ainda por nascer, e Algo nascerá. Eu, tu, nós, voz e eles.
O Erro III
Dupla Face
Face Dupla
2 escalas, 2 visões, 2 opções, 2 técnicas, 2 momentos, 2 pessoas, 2 sexos,
2 escalas, 2 visões, 2 opções, 2 técnicas, 2 momentos, 2 pessoas, 2 sexos,
2 viagens, 2 desenhos, 2 realidades, 1 reflexo e infinitas livres interpretações.
Silêncio
Silêncio consiste na única tela transportada comigo de Lisboa.
A sua concepção resume o sentimento da ansiedade e da antecipação da chegada. De um reencontro.
Conceptualmente, será terminada aqui. Como? É ainda uma incógnita.
...
A Exposição SOMA. Lua Anda Reflex, estará patente até ao próximo dia 5 Maio no Salão do Teatro Elinga onde estarei diariamente a trabalhar para que no dia do seu encerramento... nasça outra coisa. Até lá.
***
A minha ligação ao Elinga Teatro
teve início um 2008 e prolongou-se durante dois anos, período este onde
trabalhei na área audiovisual. Desde o primeiro momento em que entrei no edifício
do Elinga Teatro que me senti em
casa. Pela histórica beleza e genuinidade do edifício, pela
sua honestidade em detrimento da ausência de pretensões, mas acima de tudo,
pela dinâmica cultural que se sentia. E sente. Imediatamente me apercebi que,
para além das animadas, e sempre bem sonorizadas noites, o espaço tinha a sua
activa companhia de teatro, e tinha outras companhias que também ensaiavam,
tinha uma companhia de bailado contemporâneo, tinha uma programação de
concertos, recebia e apadrinhava projectos, era ponto de encontro de escritores
e poetas, de criativos e de pintores que muitas vezes utilizavam o espaço para
trabalhar e em alguns casos até mesmo para viver. Em suma, o Elinga era um
caldeirão onde todos os dias fervilhavam projectos, se debatia, se criavam
sinergias, soluções e oportunidades de vivência criativa. Toda esta energia e
actividades no mesmo local tornaram-no no meu local de eleição em Luanda. Desta feita,
e depois de conversas, conhecimentos, reconhecimentos e necessidades, fui
impelido a dar uma resposta artística em reacção ao fantasma que condenava o
edifício a uma demolição eminente (ainda cheguei a conhecer o largo antigo). A
resposta consistiu numa intervenção foto gráfica (Miss Saluvo) que até hoje se
mantém na sala de entrada. Em 2009 foi realizada uma exposição com vários
artistas Angolanos a que dê-mos o nome de Colect I.V.A. (Imposto sobre o Valor
Artístico).
Ao ano de 2008 e antes de vir para
Angola, eu já tinha realizado três exposições em Portugal. Naquela
fase, um dos objectivos da minha vinda era poder reunir condições para continuar
a lutar pelo sonho de profissionalmente conseguir viver condignamente enquanto
artista plástico. No entanto, Angola foi o local onde estive mais tempo longe
de casa, mas também onde tive a mais consistente evolução profissional mas
sobretudo humana. Durante esse período de um ano algo nasceu. Foi aqui que
comecei a fazer os meus primeiros desenhos, ilustrações e estudos. Descobri o
desenho como forma muito directa e fidedigna de expressão, bem como suporte
directo para a pintura. O caderno que trouxe nessa altura voltou praticamente
completo com muitas horas de desenhos, imensas ideias e um desejo expresso de
voltar um dia com o objectivo de efectuar uma mostra de trabalho e prestar um
tributo ao local onde outra semente começou a germinar.
Três anos passaram voando. Um ciclo
que se revelou a mais intensa e prolífera fase de criação que já vivi. O estudo
do desenho continuou, a pintura veio a revelar-se uma necessidade eminente e
impôs-se como a minha forma de estar na vida com o profissionalismo e responsabilidade
que jamais qualquer outra ocupação me exigiu. Apesar disso e durante este
período não efectuei nenhum momento expositivo individual embora tenha
desenvolvido e abraçado diversos projectos directamente ligados a produção
cultural artística, nomeadamente com o meu actual colectivo de pintura: Galeria
Nómada. Os saltos da vida, as mudanças no meu país, os projectos funcionais, a
energia para encontrar e limpar espaços de atelier, a vida pessoal e a ausência
de oportunidades efectivamente interessantes de expor individualmente em
Portugal não permitiram que acontecesse. Não tinha de ser, logo não aconteceu.
Hoje e em Luanda, sentado na sala
onde tudo começou estou a braços com o projecto de finalmente tornar um sonho
numa realidade: efectuar uma mostra de trabalho individual onde vou pela
primeira vez reunir numa só sala as várias técnicas, conteúdos e estéticas que
tenho trabalhado, bem como, voltar a desenvolver o conceito Colect IVA
colaborando com vários artistas plásticos angolanos. A tarefa não é fácil
porque todo o material exposto é made in Angola, nada foi “importado”, e
respeitando isso, naturalmente esperam-me dias de furiosa produção mas também
de muita alegria e aprendizagem. Estão finalmente reunidas todas as condições
para que seja uma realidade porque o Movimento X, bem como toda a equipa do
Elinga Teatro, têm sido incansáveis no seu apoio e compreensão para que juntos
seja possível levar este barco a um bom porto. É uma SOMA de sonhos, de visões
e experiências, de pessoas que querem fazer mais e conscientemente por um
futuro melhor.
Viva o Teatro, longa vida ao Elinga,
viva a Arte, viva a Vida!
Elinga Teatro, Luanda, 18 de Março de 2012
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22 de abril de 2012
12 de abril de 2012
7 de abril de 2012
Cardume Camanga
As mais preciosas coisas desta vida vêm em pares. E nascem conosco. Somos nós o milagre sem preço. A mais pura camanga és tu, nós e eles. Vimos e vemos a este plano como a mais pura gema. O brilho, toda a luz, só depende da lapidação que fazemos ao longo da viagem.
Luanda.
Amanhã.
2 de abril de 2012
23 de março de 2012
22 de março de 2012
19 de março de 2012
11 de março de 2012
5 de março de 2012
Silent Mister
Depois de os olhar. Sentou-se. Focou nada. Ficou somente a sentir a energia emanada dos quadros. Sem tempo saiu sorrindo da galeria. Aconteceu e este é um detalhe da sua foto grafia.
28 de fevereiro de 2012
Olhos Dinês
Técnica mista sobre tela.
3 dias de partilha, reconhecimento e ternura geraram amizade.
Grato Inês
Ericeira. São Sebastião. 2011
19 de fevereiro de 2012
17 de fevereiro de 2012
Pasta
Uma pasta de stencils fechada durante 3 anos. Uma abertura e reencontros.
Stencil graff sobre tela. 210 x 162
Espaço ALGO.
14 Fevereiro 2012
1 de fevereiro de 2012
2 de janeiro de 2012
1 de janeiro de 2012
31 de dezembro de 2011
30 de dezembro de 2011
Ó Brigada do Mar
A ideia desta ilustração nasceu apartir de um texto que li num post de blog de um dos mais admiráveis projectos que reconheço: A BRIGADA DO MAR.
Na pessoa da Rute e posteriormente do Simão conheço este projecto desde o inicio. Digo que vou todos os anos. Nunca posso. Estou aqui, vou para ali, não sabia, não consegui. Tretas! A ideia de os colocar num post é antiga, sabia que o iria fazer um dia, mas como? Se nunca fui, se nunca trabalhei com eles. Com que imagem? E é assim que esta tartaruga nasce em Sagres a olhar para o Mar e com o objectivo de ser "dada" á Brigada.
.
28 de dezembro de 2011
Vanessa Perdigão
José Efe é um autor da cidade do Porto. E naturalmente por sugestão de um bom amigo de passagem visitou a Casa Amarela. E gostou. Saramaguiano e apartir do meu retrato do José abriu um precedente de conversa. Directa, sincera. Na despedida nessa noite, José Efe amarou a possibilidade de incluir no seu próximo lançamento “Porto Sem Filtro”, 11 ilustrações que para os 11 textos que o seu livro já em gráfica iria ter. Uma oportunidade, também para os 11 artistas residentes. Os 11 textos foram tirados por cada um e á sorte. Iustrações feitas e entregues, abraço e lançamento de um Porto Sem Filtro com poupa e circunstância no Progresso. Talvez pelo caudal do Douro ser menor que o do Tejo, a corrente afunila torna-se mais forte e mete respeito ver. Faz mais frio, trabalha-se que aquece. Com a pronúncia do Norte fala-se em construir e nesse instante começa a construção.
O livro “Porto Sem Filtro” é uma perspectiva de um escritor do Porto, de um fotógrafo do Porto (Gaspar de Jesus) e com interpretações ilustradas de onze ou doze criadores do mundo. Amarelos.
Segue-se o texto “Vanessa Perdigão” e a minha interpretação gráfica do mesmo.
“Vanessa Perdigão, uma rapariguinha de treze anos com um filho de sete meses é, hoje, uma precoce viúva. Oriunda de uma família de comerciantes com raizes na Andaluzia, trabalha com os seis irmãos, aos fins de semana, nas feiras da região do Porto e arredores. Nunca conheceu a mãe biológica. Em casa dormia na mesma cama com dois irmãos gémeos, um ano mais velhos, com quem passava as tardes a ver DVD para adultos. Poder-se-ia dizer que foi o amor à primeira vista! Juntaram-se tinha ele acabado de 14 anos. Porém, o idílo viria a ser breve e trágico. O rapaz, especialista em roubos de fio de cobre e viaturas, sofreu um acidente de mota, conduzida pelo irmão de dezassete anos. Ambos estavam sem capacete, tendo Lino morte imediata, após um choque frontal com um tractor no Castelo da Maia. Vanessa ainda chegou a frequentar o 2º ano. Era a melhor aluna nas actividades extra-curriculares: Educação Fisica e Xadrez. O filho e as tarefas domésticas não lhe permitiram continuar os estudos. Entretanto, casou de novo e a prole familiar aumentou. Vanessa Perdigão gstaria de ter sete filhos - em homenagem a Lino - , o número que ele ostentava na camisola quando era jogador nos juvenis do Pasteleira.”
O livro “Porto Sem Filtro” é uma perspectiva de um escritor do Porto, de um fotógrafo do Porto (Gaspar de Jesus) e com interpretações ilustradas de onze ou doze criadores do mundo. Amarelos.
Segue-se o texto “Vanessa Perdigão” e a minha interpretação gráfica do mesmo.
“Vanessa Perdigão, uma rapariguinha de treze anos com um filho de sete meses é, hoje, uma precoce viúva. Oriunda de uma família de comerciantes com raizes na Andaluzia, trabalha com os seis irmãos, aos fins de semana, nas feiras da região do Porto e arredores. Nunca conheceu a mãe biológica. Em casa dormia na mesma cama com dois irmãos gémeos, um ano mais velhos, com quem passava as tardes a ver DVD para adultos. Poder-se-ia dizer que foi o amor à primeira vista! Juntaram-se tinha ele acabado de 14 anos. Porém, o idílo viria a ser breve e trágico. O rapaz, especialista em roubos de fio de cobre e viaturas, sofreu um acidente de mota, conduzida pelo irmão de dezassete anos. Ambos estavam sem capacete, tendo Lino morte imediata, após um choque frontal com um tractor no Castelo da Maia. Vanessa ainda chegou a frequentar o 2º ano. Era a melhor aluna nas actividades extra-curriculares: Educação Fisica e Xadrez. O filho e as tarefas domésticas não lhe permitiram continuar os estudos. Entretanto, casou de novo e a prole familiar aumentou. Vanessa Perdigão gstaria de ter sete filhos - em homenagem a Lino - , o número que ele ostentava na camisola quando era jogador nos juvenis do Pasteleira.”
25 Novembro 2011
00:02
Cela 3
24 de dezembro de 2011
Fragment acções
Um dia encontrei na net umas imagens de puros lusitanos. Seleccionei uma para tratar e quem sabe um dia fazer um corte apartir dai. Normal. Contudo. A imagem quando foi impressa saiu com um "erro" . Um admirável erro de impressão que deu ao animal uns reflexos cujo conteúdo ainda não tinha visto. Decidi, novamente, assumir esse mesmo erro e solta-lo na rua para que corre-se. Sai com Sol, com a Água, duas Ritas e um Pedro. Cortou-se no Palácio de Cristal e colou-se na bem dita Miguel Bombarda. Durou umas 24 horas até ser arrancado e lindamente pendurado aos pedaços. O seu coração, esse, fica aqui para sempre.
Fotografias: Rita Stravinsky
Dezembro. 2011
Miguel Bombarda. Porto
1 de dezembro de 2011
22 de novembro de 2011
in & out
Serve o presente para informar a todos os interessados de que me encontrava na Invicta cidade do Porto em manobras na Casa Amarela.
Abraços & Beijinhos
Um especial agradecimento á Marta que sem pestanejar aceitou fazer a fotografia de boca aberta. Atelier Aberto.
30 de outubro de 2011
21 de outubro de 2011
Tempos Modernos
O ponto de partida da nossa história é numa cidade. Uma cidade como outra qualquer, uma cidade na Alemanha no pós-guerra, uma cidade em Portugal em pleno século XXI. Há muitas diferenças entre elas? Talvez não.
Os Tempos Modernos vieram para ficar, hoje mais do que nunca – e é nas cidades que eles entram debaixo da nossa pele. De cada vez que vamos ao chapeleiro, ou à farmácia, ou a uma loja de máquinas fotográficas, de cada vez que ouvimos uma plaina gigantesca por cima da cabeça, indagamos tal como Wanninger, o encadernador: será que nos estão a ouvir? Será que a velocidade a que vivemos ainda nos permite parar para ouvir O OUTRO?
"Um mundo novo não só é possível, como vem a caminho. Num dia calmo(?), eu consigo ouvi-lo a respirar".
Arundhati Roy
Elenco: ANDRÉ RAPOSO, CLÁUDIO HENRIQUES, DIANA RIBEIRO, ERICA RODRIGUES, GONÇALO MORAIS, GUILHERME BARROSO, JOANA PATO, LEONARDO DIAS, MAFALDA LOPES, MANUEL COELHO, PEDRO FORRA, RUI FERREIRA, SARA ALÃO SOARES, SÓNIA POMBO, TELMO RAMALHO,
Encenação: PEDRO MARQUES
Música e participação especial: LUKE D’EÇA
Cenografia: DEVIR E DAVID ALVES
Adereços: MANUEL COELHO
Fotografia: MARGARIDA FERREIRA
Fotografia: MARGARIDA FERREIRA
Figurinos: DIANA RIBEIRO, MAFALDA LOPES, ANA SOFIA ANTUNES
Produção: FORMAÇÃO TEATRAL***
O convite para que fizesse o projecto de cenografia desta peça resultou na integração de várias técnicas e estéticas integradas no mesmo espaço mas em diferentes tempos. A concepção de um ambiente que potencie a encenação dramática, que a integre e se integre foi, pela segunda vez um desafio que resultou num ambiente cénico, mas também numa exposição... moderna e cujo resultado vai estar disponivel e para aquisição.
Arte e Teatro complementam-se durante um mês no salão teatro da Guilherme Cossoul. Os Tempos Modernos? São agora e sempre.
Imperdível e solúvel. Avenida D. Carlos I 61 1º
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