30 de abril de 2013

bell





Bellavista.
Santiago.

28 de abril de 2013

bellavista street art ar e






Barrio Belavista. Santiago.
Abril.

27 de abril de 2013

25 de abril de 2013

Camisas






Abril. Santiago
Museo Nacional Bellas Artes.
Karina Kaikkonen. Instalação Diálogos

A roupa como memória colectiva. 2000 camisas em desuso doadas por anónimos são unidas fisica e metaforicamenta. Cada peça, é uma peça, com uso, histórias, vivência. Uma nova realidade imposta ás estátuas atribui-lhes uma outra leitura para além do individual academismo que possuiam.
Adorável.

24 de abril de 2013

23 de abril de 2013

Puto



***

Houveram tempos em que liderava o mais pequeno.
Liderava o puto. Liderava nas ideias, era o líder no sorriso matreiro, prudente convencia de tão curioso que era o seu desejo de experiência.
Era o tempo em que nada era mais importante que fugir pela janela para estarmos juntos e inventar do nada formas de brincar a crescer sem tempo. Saltar quintais, assaltar todos os passeios aos chutos na bola, patins, chinchada, construção das espadas mais duras do reino, socos e pedrada porque sim ou abraços e beijos porque não, as danças nas escadas, as espreitas das mulheres no duche da doce fábrica, os truques malabaristas em troca de escudos para doce, os comícios de todas as cores que afinal eram uma só, os dialectos inventados para complementar o diálogo, os silêncios dos gatos, as fugas para banhos nos lagos de um campo que parecia tão grande, as sestas obrigadas, e as caretas maradas e o olhar cúmplice de aprendizagem perante adversidades adultas que para nós os putos era nada.
Depois crescemos e sempre juntos separamos-nos, seguimos sonhos, mulheres, profissões e as aventuras com que sonhava-mos nos filmes que nos foram dando. Ai foste único, pioneiro. E sozinho correste atrás de provas que tinhas de dar e sem o saber nunca perdeste a inocência. Como se nunca tivesses crescido, procuras-te o espaço que te foi negado. E como tentaste, e como erraste. E continuaste até não dar.
Deram-te um filho, semeaste, como semeava esperança o olhar de puto que nunca te largou.
Desejava acreditar que nada do que fizeste foi em vão. Gostava de sentir que o  sofrimento á tua volta é agora uma tranquilidade. Sei que agora és livre de ser o puto que nunca te abandonou.
Choro o reconhecimento da ausência de um adeus onde não posso estar, mas também a alegria de te saber finalmente livre. Livre!
Não esquecendo a infância não te posso esquecer, porque foste tu o meu primeiro amigo.
Desculpa-me não estar por perto mas estou contigo no coração.
Voa alto meu Amigo, corre com o vento na serenidade que nunca te abraçou.

***



ESte post é dedicado á Dona Laura e ao Bernardo.

13 de abril de 2013

Stone Temple Riot



Santiago do Chile.
12 Abril.
2013

11 de abril de 2013

10 de abril de 2013

Liberta




Azoia. Cabo Espichel
6 de Abril. 2013

8 de abril de 2013

Nada





Azoia. Abril.
2103

Time ize not clicks, time iza day bye bye day that pass cross inside array arain rainbow pato. Tens. Dois! Nada nunca. Veio. Vem, Não nem sendo. Azul. Vermelha. Sabes, sei, sabias, agora tembes. Todo o tudo ou nada de nunca. Pisco!

Fotografia:
Alexandre (O Grande)

1 de abril de 2013

240


Amor. Reflexo sou eco, um movimento que podia não existir, existe por isso tão simplesmente dança, celebra, canta  amor. Doce sabor de construtivo. Se não for. Não é. Amor.